sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Glover aprova volta do ‘legítimo campeão’ Jones e prevê nocaute no UFC SP

O rival da vez é Patrick Cummins, mas Glover Teixeira não tem como tirar de seu horizonte a disputa de cinturão entre Daniel Cormier e Jon Jones, ainda não marcada, mas que deve ocorrer por volta de abril de 2016. O meio-pesado precisa da vitória neste sábado, em São Paulo, para seguir na fila pelo título e afirmou que não escolhe rivais, apesar de ainda ver Jones como o legítimo dono do trono.

Jones teve o cinturão caçado pelo UFC quando se envolveu em um acidente de carro, e Daniel Cormier conquistou o título. Com “Bones'' liberado, ambos farão uma revanche, em luta que mexe com o futuro de Glover.

“O Jon Jones é quem é o campeão. Ele perdeu o título, mas ninguém tirou dele. Qualquer um que ganhasse não teria credibilidade, pois todos perdemos para ele. Quem quer ser o campeão, de fato, tem que vencê-lo'', opinou Glover, dando suas boas-vindas no retorno do ex-campeão.

Como já perdeu para Jones, Glover poderia torcer para Cormier, para ter mais chances de lutar pelo cinturão novamente. Mas, fica em cima do muro. “Não faz diferença, é como um amigo disse: qualquer um que ganhar, vai ser um deserto de leões famintos ou um mar de tubarões. Mas ainda estou um pouco longe, tem essa luta do Jones, tem Ryan Bader x Anthony Johnson. Mas eu enfrento qualquer um.''





Para a luta com Cummins, mais uma vez Glover chega com o peso mais baixo, uma evolução física que se viu forçado a fazer após a derrota para Phil Davis. E, apesar de prever nocaute, não vai para cima do Cummins com tudo no começo.

“Ele é bom no wrestling, está melhorando em pé, e essa é uma luta boa para eu provar que posso derrotar qualquer um. Eu luto wrestling há muitos anos, ganhei do Bader, o Jones não me segurou no chão, então tenho muita confiança no meu jogo, ninguém vai tirar isso de mim'', afirmou o brasileiro, finalizando com seu palpite: “Nocaute no segundo ou terceiro round, não posso cair para cima de qualquer maneira, ele é duro, então preciso estudar um pouco antes''.

Por: Maurício Dehò e Camila Mamede/UOL
Foto: Reprodução

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