quarta-feira, 13 de maio de 2015

Anderson Silva tem até 5 de junho para apresentar sua defesa à NSAC

A novela do caso de doping de  Anderson Silva teve sua definição adiada mais uma vez. A Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC) estendeu o prazo para que o lutador brasileiro apresente por escrito sua defesa em relação aos dois exames positivos para uso de substâncias proibidas durante sua luta contra Nick Diaz, no UFC 183, até o dia 5 de junho. O procurador geral da comissão, Christopher Eccles, confirmou o adiamento em e-mail enviado ao Combate.com nesta terça-feira. Não ficou claro, contudo, se esse adiamento foi solicitado pela equipe de Spider ou definido pela própria NSAC.

Diaz, que também foi flagrado em exame antidoping após o combate entre os dois em 31 de janeiro, em Las Vegas, terá sua audiência já na próxima reunião da entidade, marcada para esta sexta-feira às 9h locais (13h no horário de Brasília). Entre os demais itens da agenda, estão também a definição dos árbitros e juízes laterais para as lutas entre Daniel Cormier e Anthony Johnson e entre Chris Weidman e Vitor Belfort pelo UFC 187. Diaz foi pego com metabólitos de maconha no seu organismo, a terceira vez que é flagrado em exames pós-luta no estado de Nevada, embora documentos do caso tenham revelado que o americano passou com resultados negativos em outros dois testes antidoping no dia do combate, um antes e outro depois de sua realização.





Anderson Silva responde por dois exames positivos, um pré-luta e outro pós-luta. O lutador foi flagrado com as substâncias drostanolona e androsterona, dois esteroides anabolizantes, em teste realizado pouco menos de um mês antes do combate, em 9 de janeiro, mas o resultado só foi divulgado dois dias após a realização da luta. Posteriormente, foi revelado que um exame pós-luta apontou novamente a presença de drostanolona, além de duas outras substâncias proibidas, os ansiolíticos temazepam e oxazepam.

Em uma audiência preliminar em fevereiro, Anderson Silva e Nick Diaz não compareceram e foram suspensos temporariamente. Ambos pediram adiamentos para defenderem seus casos frente à comissão em março e abril.

Por: Evelyn Rodrigues/Combate
Foto: UFC

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